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📰 WRESTLEMANIA NIGHT 2 EXPLODE EM SANGUE, TRAIÇÃO E GLÓRIA: JOÃO SILVA SOBREVIVE, MAGRINA FAZ HISTÓRIA E A BWF ENTREGA UMA NOITE IMORTAL

  • Foto do escritor: Luccas Castro
    Luccas Castro
  • 26 de abr.
  • 5 min de leitura

A segunda noite da WrestleMania da BWF, em 26/04/26, teve interferência decisiva, mudança de título, guerra entre irmãos, defesa pesada de Pedro e um main event brutal entre João Silva e Daniel que mostrou que essa rivalidade está longe do fim.


Se a primeira noite já havia colocado a WrestleMania da BWF em um patamar altíssimo, a segunda noite foi ainda mais caótica, dramática e histórica. O evento entregou de tudo: tensão psicológica, rivalidades antigas explodindo de vez, títulos sendo defendidos sob pressão extrema, uma coroação histórica no Intercontinental Championship e um encerramento brutal que deve marcar o universo da BWF por muito tempo.


E o começo já mostrou que seria uma noite desconfortável para os nervos dos fãs.


A abertura trouxe o Women’s World Championship em jogo, com Nynna Gray defendendo o título em um momento delicado da carreira. Mesmo sendo a única diva da BWF a alcançar a marca de 5 vezes Melhor do Mundo, Nynna chegava pressionada, vivendo uma fase instável e cercada por desconfiança. Do outro lado estava Beatriz, em boa fase, embalada e vista por muitos como ameaça real ao reinado.

O clima de apreensão era enorme. Os fãs de Nynna e seus aliados já temiam uma derrota que poderia abalar ainda mais sua imagem. Só que, no meio do combate, tudo mudou. Raquel Dias apareceu, e a luta virou completamente de atmosfera. Beatriz ainda tentou reagir, ainda lutou para retomar o controle, mas o dano já estava feito. A reta final passou a ter outro peso, outra energia, outro jogo. E no fim, Nynna Gray confirmou a vitória, segurando o título em um combate que recebeu 3 estrelas de 5. Como se o momento já não fosse simbólico o bastante, Raysa e Aryanne apareceram para aplaudir Nynna após a luta, criando uma imagem forte de respeito, apoio e reconhecimento em torno da campeã.


Na segunda luta da noite veio uma das rivalidades mais aguardadas do card: Luigi vs Daniel Magrina, valendo o Intercontinental Championship. E aqui a WrestleMania entrou em outro nível. Para quem acompanha essa história desde antes, o peso era imenso. Não era apenas título em jogo. Era a guerra dos ex-amigos da The Killers, marcada pela traição de Luigi e pela saída de Daniel Magrina do grupo. O passado estava inteiro dentro daquele ringue.

O público estava ansioso, respirando cada segundo da luta, inclusive esperando uma eventual aparição de Zeca, que no fim não aconteceu. E talvez nem precisasse. Porque Luigi e Magrina entregaram sozinhos uma obra-prima. Ambos tiveram oportunidades, ambos estiveram perto da vitória, ambos lutaram como se estivessem colocando a própria história em julgamento. O resultado foi um combate absolutamente colossal, eleito sem dúvida um dos maiores da noite e empatado com o main event como melhor luta da WrestleMania, recebendo 5 estrelas de 5 e entrando na categoria de Greatest of All Time. No fim, Daniel Magrina venceu na contagem de três, destronou Luigi, quebrou o recorde de reinado do rival e se tornou o novo Intercontinental Champion. Foi uma coroação gigante, emocional e merecida.


A terceira luta levou para o ringue uma história de sangue e tensão familiar: Christopher vs Thony. De um lado, o atual Universal Champion, Christopher, carregando o peso de já ter vencido João Silva no início do ano e de seguir como um dos nomes centrais da SmackDown. Do outro, Thony, impulsionado por toda a expectativa em torno de sua caminhada e pela conquista do posto de desafiante após perder o Money in the Bank para o próprio Christopher.

A luta tinha cheiro de decisão grande antes mesmo de começar. O público sabia que não era apenas mais um combate entre irmãos — havia história, orgulho, ressentimento e legado em jogo. E com 4 estrelas de 5, o confronto correspondeu à expectativa. No fim, Thony saiu vencedor, finalmente conquistando um triunfo que o reposiciona de vez como protagonista de uma das histórias mais importantes da brand. Foi uma vitória de afirmação, de resposta e de peso emocional enorme.


Logo depois, a RAW incendiou a WrestleMania com mais uma defesa importante de título. Pedro, atual World Heavyweight Champion, colocou seu reinado à prova contra Marcus, em mais um capítulo de uma rivalidade antiga. Apesar de Pedro vir convivendo com algumas derrotas recentes, a diferença de momento entre os dois era clara. Marcus atravessa fase muito ruim na BWF e ocupa apenas a 12ª posição do ranking masculino da RAW, chegando pressionado e cercado por pouca confiança do público.

Mesmo com toda a história entre os dois, a leitura da luta apontava para um favoritismo de Pedro — e foi exatamente o que aconteceu. Em um combate avaliado com 3,5 estrelas de 5, Pedro saiu vencedor e manteve o World Heavyweight Championship, reforçando que, ainda que tenha oscilações recentes, continua sendo o nome central da divisão quando o ouro máximo está em jogo.


E então veio o momento mais aguardado das duas noites.


Daniel vs João Silva.“I HATE JOÃO SILVA” contra “I LOVE DANIEL”.

Ódio, ironia, perseguição, provocação, poder e ego explodindo no maior palco da BWF.


Depois da aparição histórica do Manager da BWF para confirmar o confronto e definir Gabriel como Guest Special Referee, a luta já havia ganhado uma camada extra de tensão. Gabriel odeia João Silva, tem passado de rivalidade com ele e carregava o tipo de histórico que fazia o público acreditar que qualquer coisa poderia acontecer. E aconteceu.


Com 660 dias de reinado do United States Championship em jogo, o combate virou um verdadeiro tabuleiro de guerra. Parecia mais do que uma luta. Parecia uma disputa de controle, de narrativa, de legado. Quem manda nesse jogo? Quem controla essa rivalidade? Quem sai por cima quando tudo explode?


A resposta não veio fácil. Pelo contrário: veio em meio ao combate mais brutal, sangrento e assustador das duas noites da WrestleMania. Com 5 estrelas de 5, empatando com Luigi vs Daniel Magrina como auge técnico e emocional do evento, a luta entre João Silva e Daniel foi um pesadelo vivo para quem assistia. Daniel tentava finalizar e era interrompido por Gabriel. João Silva tentava construir o seu momento e também era atrapalhado. As vaias para Gabriel aumentavam a cada intervenção, porque sua arbitragem era injusta, confusa e irritante — mas ao mesmo tempo não parecia favorecer apenas um lado. Ele atrapalhava os dois. Era o caos em forma de autoridade.


A violência subiu de nível quando os dois subiram na estrutura da Hell in a Cell. O público viu Daniel jogar João Silva lá de cima. Depois viu João Silva devolver. E a cada segundo a sensação era a mesma: aquilo podia acabar de maneira catastrófica a qualquer momento. Gabriel, no centro da tempestade, seguia sendo massacrado pelas vaias, atrasando contagens, irritando a arena e alimentando ainda mais a tensão.


Por muitos momentos, realmente pareceu que a luta não teria fim.


Mas teve.


Não o fim da feud.

Não o fim desse jogo

.Só o fim daquele combate.


No desfecho de uma guerra brutal, João Silva saiu vitorioso e manteve mais uma vez seu reinado de 660 dias como United States Champion. Foi uma vitória gigantesca, arrancada em meio ao sangue, ao caos e a uma arbitragem que parecia pronta para enlouquecer todo mundo. João resistiu ao ódio de Daniel, à atmosfera contrária, à interferência psicológica de Gabriel e ao terror físico da estrutura. E mesmo assim saiu com o braço erguido.


 
 
 

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