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RETA FINAL NA RAW: PEDRO CARIMBA O TÍTULO DE “MELHOR DO ANO 2025” – SEGUNDA VAGA AINDA EM ABERTO

  • Foto do escritor: Luccas Castro
    Luccas Castro
  • 24 de dez. de 2025
  • 4 min de leitura

A temporada de 2025 da BWF entra oficialmente em sua reta final com um veredito antecipado: Pedro está matematicamente eleito Melhor do Ano da RAW. Depois da vitória desta quarta-feira, o líder da brand vermelha alcançou a marca de 44 vitórias e 30 derrotas, abrindo uma frente que já não pode mais ser alcançada por nenhum rival direto no ranking masculino.

Se o troféu individual da RAW já tem dono, o mesmo não se pode dizer do restante do quadro. A segunda posição – e, por consequência, a outra vaga da brand no seleto grupo dos “8 Melhores do Ano” da BWF – continua completamente em aberto.

A ERA PEDRO NA RAW

Não é exagero dizer que 2025 foi o ano em que Pedro deixou de ser promessa para se consolidar como pilar da RAW. Além de liderar o ranking com folga, ele carrega o peso de um reinado histórico como World Heavyweight Champion, que já ultrapassou confortavelmente os 200 dias e se tornou o mais longo da história recente do título.

Ao longo do ano, Pedro:

  • Venceu lutas decisivas contra nomes do topo da tabela, incluindo Marcus, Luigi, Daniel Magrina e Hugo Cardoso.

  • Carregou a bandeira da Nexus, muitas vezes sendo o rosto da stable em grandes eventos.

  • Sobreviveu a situações de altíssima pressão, como o cash-in frustrado de Marcus, episódio que virou um divisor de águas na narrativa da brand.

Em termos esportivos, o número de vitórias fala por si: 44 triunfos em uma temporada longa, pesada, marcada por WarGames, Bloodline Rules, Steel Cage e defesas de título em sequência. É a regularidade que faz a diferença: Pedro nem sempre foi o mais brilhante da noite, mas foi, quase sempre, o mais constante.

OS PONTOS FRACOS: PEDRO É INTOCÁVEL?

Se a matemática já decretou Pedro como Melhor do Ano da RAW, o debate esportivo continua vivo – e é aí que entram as críticas.

  • Número de derrotas: 30 reveses não são poucos para um campeão mundial. A marca mostra um lutador que se expõe muito, aceita qualquer desafio e, por isso mesmo, coleciona noites ruins.

  • Dependência da Nexus: em vários momentos da temporada, Pedro contou com a presença de Matheus, Leonardo e João Pedro para virar lutas que pareciam perdidas. A ajuda faz parte do jogo, mas levanta a discussão: até que ponto o campeão se sustenta sozinho?

  • Oscilações em supercards: apesar de momentos gigantescos, Pedro também teve noites apagadas em shows grandes, abrindo espaço para críticas de que, às vezes, demora a “entrar no jogo”.

Ainda assim, quando se olha o pacote completo – título mundial, volume de vitórias, protagonismo em storylines e impacto na RAW – é difícil contestar: Pedro construiu méritos suficientes para ser o Melhor do Ano 2025 da brand.

A DISPUTA PELO SEGUNDO LUGAR: QUEM ACOMPANHA PEDRO ENTRE OS MELHORES DO ANO?

Se o topo está definido, o resto da tabela virou um verdadeiro ringue aberto.

De acordo com os números atuais informados:

  • Marcus – 38 vitórias e 30 derrotas

  • Celso – 37 vitórias e 40 derrotas

  • Luigi – 37 vitórias e 46 derrotas

Na prática, Marcus é o favorito natural à segunda vaga da RAW entre os Melhores do Ano: tem menos derrotas que Celso e Luigi, está mais próximo de Pedro em desempenho ao longo da temporada e, apesar do trauma do cash-in fracassado, continua sendo um dos nomes mais fortes do roster.

Mas o cenário está longe de ser definitivo:

  • Celso vem embalado por grandes aparições em lutas de duplas, consolidando a Mucha Lucha como uma das tags mais dominantes da BWF. Se engatar uma sequência forte nesse final de ano, pode transformar vitórias em pontos e encostar de vez em Marcus.

  • Luigi, por sua vez, vive a temporada mais contraditória da RAW: multi-campeão, dono de reinados marcantes e, ao mesmo tempo, muito mais derrotas do que gostaria. É o típico caso em que o peso dos títulos e das lutas grandes pode compensar a estatística fria das 46 derrotas. Se tiver um dezembro perfeito, ainda pode se recolocar nessa briga.

Atrás deles, nomes como Hugo Cardoso, Victor Hugo, Daniel Magrina e Gabriel também observam esse cenário com atenção. A diferença de vitórias não é intransponível, e qualquer sequência de 3 ou 4 resultados pode mexer completamente na fotografia final da tabela.

RAW EM EBULIÇÃO: TUDO DEFINIDO E, AO MESMO TEMPO, NADA DEFINIDO

O curioso na RAW é justamente o contraste:

  • O topo absoluto já tem dono – Pedro, matematicamente Melhor do Ano.

  • Mas o resto do pódio é um campo minado, com Marcus tentando se segurar, Celso e Luigi rondando, e o pelotão intermediário pronto para aproveitar qualquer tropeço.

Com menos de duas semanas para o fim da temporada, cada luta passa a ter peso de decisão:

  • Uma vitória num show de segunda pode garantir vaga entre os Melhores do Ano.

  • Uma derrota mal colocada pode empurrar um candidato ao topo diretamente para a zona de frustração.

CONCLUSÃO: PEDRO NO TOPO, MAS O ANO AINDA NÃO ACABOU

A RAW já sabe quem será lembrado como o nome de 2025: Pedro, World Heavyweight Champion, Melhor do Ano matematicamente garantido, protagonista de algumas das maiores histórias da BWF na temporada.

Mas a narrativa da brand está longe de terminar.O verdadeiro drama agora é outro: quem vai acompanhar Pedro no seleto grupo dos 8 Melhores do Ano da BWF?

Marcus vai aguentar a pressão?Celso e Luigi vão reagir na reta final?Algum nome do meio da tabela vai surpreender?

A única certeza, por enquanto, é que Pedro já está lá em cima, olhando tudo de cima do topo da RAW – e, merecendo ou não cada elogio, ninguém mais alcança o campeão em 2025.

 
 
 

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